sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Planejamento de Atividades Educação Infantil


Planejamento Educação Infantil
O trabalho a ser desenvolvido com as turmas de Educação Infantil dar-se –à contemplando as seguintes áreas : MOVIMENTO ; MÚSICA; ARTES VISUAIS; LINGUAGEM ORAL E ESCRITA; MATEMÁTICA; NATUREZA E SOCIEDADE; EDUCAÇÃO CRISTÃ.
As situações de aprendizagens serão organizadas através de atividades permanentes, projetos e outras atividades que fizerem necessárias.
Consideramos prioritariamente para realização deste planejamento a participação de nossas crianças. A bagagem de conhecimento da criança é imprescindível na construção do mesmo por ela. O educador deverá atentar-se às descobertas de aprendizagem das crianças para propiciar em todo processo a formação integral das mesmas.
A criança da educação infantil , necessita de um clima seguro, que a possibilite cada vez mais autonomia. Neste contexto estabelecer- se- à assim motivada frente a novos desafios.
Todas as atividades propostas deverão ser voltadas para o desenvolvimento integral do aluno.

CONSIDERAÇÕES NA REALIZAÇÃO DO TRABALHO:

1) A fase de desenvolvimento das crianças, suas características e possibilidades corporais;
2) Hábitos de saúde,higiene e nutrição, que propiciaremos a criança adquirir , considerando o próprio corpo, o espaço de convivência e a saúde coletiva;
3) A seleção de assuntos que façam sentido para a criança, a fim de que ela tenha uma atitude ativa na produção de seu conhecimento inclusive no que diz respeito à rotina de classe.

OBJETIVOS GERAIS:

Durante todo o ano, as atividades deverão contribuir para que os alunos sejam capazes de :

1) Estabelecer relações sociais em âmbito cada vez mais amplo;
2) Observar e explorar o ambiente;
3) Descobrir, conhecer e controlar progressivamente o próprio corpo, formando uma imagem e adquirir hábitos de saúde e bem estar;
4) Atuar de forma autônoma em suas atividades habituais adquirindo segurança afetiva e emocional e desenvolvendo suas capacidades de iniciativa e confiança em si mesmo;
5) Estabelecer vínculo com adultos e com seus iguais respondendo aos sentimentos de afeto, respeito à diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
6) Utilizar a linguagem verbal de forma ajustada as diferentes situações de comunicação habituais para compreender e ser compreendido pelos outros. Expressar suas idéias, sentimentos, experiências e desejos;
7) Desenvolver as capacidades de ordem física, afetiva, ética, estética, de relação interpessoal e inserção social.


ÁREAS A SEREM DESENVOLVIDAS


1) LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

A aprendizagem da linguagem oral e escrita é um dos elementos importantes para que a criança amplie suas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.
O trabalho com a linguagem se constitui um dos eixos básicos na educação infantil, dada sua importância para a formação do sujeito, para a interação com outras pessoas, na orientação das ações das crianças , na construção de muitos conhecimentos e no desenvolvimento do pensamento.
Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais e, com eles, os modos pelos quais as pessoas do seu meio sociocultural entendem, interpretam e representam a realidade.
A educação infantil, ao promover experiências significativas de aprendizagem da língua por meio de um trabalho com a linguagem oral e escrita, se constituem em um dos espaços de ampliação das capacidades de comunicação e expressão e de acesso ao mundo letrado pelas crianças. Essa ampliação está relacionada ao desenvolvimento gradativo das capacidades associadas às quatro competências linguísticas básicas: falar, escutar, ler e escrever.

2) MATEMÁTICA

As crianças desde o nascimento, estão imersas em um universo do qual os conhecimentos matemáticos são parte integrante. As crianças participam de uma série de situações envolvendo números, relações entre quantidade, noções sobre espaço. Utilizando recursos próprios e pouco convencionais, elas recorrem a contagem e operações para resolver problemas cotidianos, como conferir figurinhas, marcar e controlar os pontos do jogo, repartir as balas entre amigos, mostrar com os dedos a idade, manipular o dinheiro e operar com ele e etc. Também observam e atuam no espaço ao seu redor e aos poucos , vão organizando seus deslocamentos, descobrindo caminhos, estabelecendo sistemas de referencia, identificando posições e comparando distâncias. Essa vivência inicial favorece a elaboração de conhecimentos matemáticos.
Fazer matemática é expor idéias próprias, escutar as dos outros, formular e comunicar procedimentos de resolução de problemas, confrontar , argumentar e procurar validar seu ponto de vista, antecipar resultados de experiências não realizadas, aceitar erros, buscar dados que faltam para resolver problemas entre outras coisas.
Desta forma, as crianças poderão tomar decisões , agindo como produtoras de conhecimento e não apenas executoras de instruções.
Portanto, o trabalho com a matemática pode contribuir para a formação de cidadãos autônomos , capazes de pensar por conta própria , sabendo resolver problemas.
O trabalho com noções matemáticas na educação infantil atende por um lado às necessidades das próprias crianças de construírem conhecimentos que incidam nos mais variados domínios do pensamento; por outro lado, corresponde a uma necessidade social de instrumentalizá-la melhor para viver, participar e compreender um mundo que exige diferentes conhecimentos e habilidades.

3)NATUREZA E SOCIEDADE

O mundo onde as crianças vivem se constituem em um conjunto de fenômenos naturais e sociais, indissociáveis diante do qual elas se mostram curiosas e investigativas. Desde muito pequenas, pela interação com o meio natural e social no qual vivem , as crianças aprendem sobre o mundo , fazendo perguntas e procurando respostas para as suas indagações e questões.
Como integrante de grupos socioculturais singulares, vivenciam experiências e interagem num contexto de conceitos , valores, ideias, objetos e representações sobre os mais diversos temas a que tem acesso na vida cotidiana, construindo um conjunto de conhecimentos sobre o mundo que as cerca.
Muitos são os temas pelos quais as crianças se interessam: pequenos animais; bichos de jardim; dinossauros; tempestades; tubarões; castelos; heróis; festas de cidades; programas de TV; notícias de atualidade; histórias de outros tempos;; etc.As vivencias sociais, as histórias, os modos de vida, os lugares e o mundo natural são para as crianças parte de um todo integrado.
O eixo de trabalho, denominado natureza e sociedade reúne temas pertinentes ao mundo social e natural. A intenção é que o trabalho ocorra de forma integrada, ao mesmo tempo em que são respeitadas as especificidades das fontes, abordagens e enfoques advindos dos diferentes campos das ciências humanas e naturais.

4)ARTES VISUAIS

As artes visuais expressam, comunicam e atribuem sentido às sensações, sentimentos , pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas , pontos, tanto bidimensional, como tridimensional, além de volume, espaço, cor e luz na pintura, no desenho , na escultura, na gravura, na arquitetura, nos brinquedos, bordados e etc. O movimento, o equilíbrio, o ritmo, a harmonia, o contraste, a continuidade, a proximidade e a semelhança são atributos da criação artística.
A interação entre os aspectos sensíveis, afetivos, intuitivos, estéticos e cognitivos, assim como a promoção de interação e comunicação social, conferem caráter significativo às artes visuais.
As artes visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso ( gravetos,pedras, carvão) , ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo. A criança pode utilizar-se das artes visuais para expressar experiências sensíveis.
Tal como a música, as artes visuais são linguagens e, portanto, uma das formas importantes de expressão e comunicação humanas, o que, Poe si só, justifica sua presença no contexto da educação, de um modo geral, e na educação infantil particularmente.
O desenvolvimento da imaginação criadora, da expressão , da sensibilidade e das capacidades estéticas das crianças, poderão ocorrer no fazer artístico, assim como no contato com a produção de arte presente nos museus, igrejas, livros, revistas, gibis, feiras de objetos, etc. O desenvolvimento da capacidade artística e criativa deve estar apoiado também na pratica reflexiva das crianças ao aprender, que articula a ação, a percepção , a sensibilidade, a cognição e a imaginação.

5)MÚSICA

A música é a linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de expressar e comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio.
A música está presente em todas as culturas, nas mais diversas situações: festas e comemorações, rituais religiosos, manifestações cívicas, políticas, etc., faz parte da educação desde há muito tempo, sendo que , já na Grécia antiga era considerada como fundamental para a formação dos futuros cidadãos, ao lado da matemática e da filosofia.
A integração entre os aspectos sensíveis, afetivos, estéticos e cognitivos , assim como a promoção de interação e comunicação social , conferem caráter significativo à linguagem musical que é uma das formas importantes de expressão humana, o que por si só justifica sua presença no contexto da educação de um modo geral, e na educação infantil , particularmente.
A linguagem musical é excelente meio para o desenvolvimento da expressão, equilíbrio, da auto estima e autoconhecimento, além de poderoso meio de integração social.

6)MOVIMENTO

O movimento é uma importante dimensão do desenvolvimento e da cultura humana. As crianças se movimentam desde que nascem, adquirindo cada vez mais controle sobre o seu próprio corpo e se apropriando cada vez mais das possibilidades de interação com o mundo. Engatinham, caminham, manuseiam objetos, correm saltam, brincam sozinhas ou em grupo, com objetos ou brinquedos, experimentando sempre novas maneiras de utilizar seu corpo e seu movimento.
Ao movimenta-se, as crianças expressam sentimentos, emoções e pensamentos, ampliando as possibilidades do uso significativo de gestos e posturas corporais. O movimento humano, portanto, é mais do que o simples deslocamento do corpo no espaço: constitui-se em uma linguagem que permite às crianças agirem sobre o meio físico e atuarem sobre o ambiente humano, mobilizando as pessoas por meio de seu teor expressivo.
A maneira de andar, correr, arremessar, saltar, resultam das interações sociais e da relação dos homens com o meio; são movimentos cujos significados tem sido construídos em função das diferentes necessidades, interesses e possibilidades corporais humanas presentes nas diferentes culturas em diversas épocas da história.
Esses movimentos incorporam-se aos comportamentos dos homens, constituindo-se assim numa cultura corporal. Dessa forma, diferentes manifestações dessa linguagem foram surgindo, como a dança, o jogo, as brincadeiras, as práticas esportivas, etc., nas quais se faz uso de diferentes gestos, posturas e expressões corporais com intencionalidade.
Ao brincar, jogar, imitar e criar ritmos e movimentos, as crianças também se apropriam do repertório da cultura corporal na qual estão inseridas.
O trabalho com movimento contempla a multiplicidade de funções e manifestações do ato motor, propiciando um amplo desenvolvimento de aspectos específicos da motricidade das crianças abrangendo uma reflexão acerca das posturas corporais implicadas nas atividades cotidianas, bem como as atividades voltadas para a ampliação da cultura corporal de cada criança.

7)EDUCAÇÃO CRISTÂ

Aqui têm - se como objetivo trabalhar a educação social como um todo. Salientar a importância do respeito na família , na escola ,ou em qualquer lugar que esteja principalmente na natureza, considerando seus ambientes físicos e biológicos e os modos de interação do homem na natureza por meio da arte , trabalho, ciência e da tecnologia. Não se aborda os ensinamentos de uma religião e sim a natureza como um presente de Deus.

A AVALIAÇÃO

Propõe –se aqui uma avaliação formativa e processual, que deve acontecer de maneira contínua, por meio da observação e registro diário ou semanal sobre as experiências, as reações, os avanços de cada aluno.
Entende-se por avaliação , o conjunto de ações que auxiliam o educador a refletir sobre as condições de aprendizagem oferecidas e ajustar sua prática às necessidades de cada criança. Avalia-se para redimensionar a prática educativa, para tomar medidas, planejar novas atividades para auxiliar no crescimento de todo o grupo. O educador avalia o aluno e se avalia também buscando aprimorar sua práticas e solucionar os desafios encontrados.

Pedagoga Luziane Nonato Pereira
Especializando em Ed. Infantil e Séries Iniciais

Referências Bibliográfica
BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Referenciais Curriculares Nacionais. Brasília,1997
PERRENOUD,P.As competências para ensinar no século XXI. Porto Alegre: Artmed.2002.

INED, Educação Infantil , Manual do Professor. Belo Horizonte, 2004.

NOVA ESCOLA, Fundação Vitor Civita. São Paulo : Editora Abril.
Creditos:do Instituto de Educação Monteiro Lobato /2009

Artesanato com os Pequeninos



terça-feira, 12 de outubro de 2010

A criança do Maternal



Aos 2 anos

Aos dois anos, a criança demontra certa independência, é capaz de realizar atividades mais complexas e relaciona-se mais facilmente com adultos e com outras crianças.

a) Desenvolvimento físico e motor:
.abre e fecha portas (com o trinco somente);
.sobe e desce da cama sozinha;
.sobe escadas colocando os pés em cada degrau;
.corre relativamente bem;
.participa do ato de despir-se e descalçar-se;
.rabisca numa folha grande de papel;
.encaixar cubos de diferentes dimensões.

b) Desenvolvimento mental:
.identifica algumas cores, embora não cite ainda seus nomes;
.conhece seu próprio nome;
.repete palavras, com alguma correção;
.conta até 3 (por imitação e memorização, sem que isso signifique que compreenda);
.reconhece objetos ou pessoas vistas cerca de dois meses antes;
.forma frases com duas ou três palavras, apresentando aumento de vocabulário;
.começa a formar frases negativas e interrogativas;
.inicia o emprego do “quem”.

c) Desenvolvimento socioemocional:
.reconhece expressões fisionômicas;
.reconhece a mãe em fotografias;
.compreende ordens negativas e proibições;
.necessita estar sempre ocupada;
.necessita muito da assistencia da mãe ou substituita;
.é negativista (gosta de ser do contra, ou recusar, protestar);
.começa a procurar um companheiro para brincar (a convivência com estranhos é útil par o seu desenvolvimento socioemocional).

A criança aos 3 anos:

a) Desenvolvimento físico e motor:
.continua aprendendo a coordenar os músculos maiores, por meio de atividades repetidas;
.sente prazer em correr e pular;
.no desenho, encontra-se na fase de rabiscação celular (começam a aparecer as primeiras formas circulares, ainda sem intenção definida);
.geralmente tem controle esfincteriano;
.pode agarrar bolas grandes com as duas mãos;
.pode construir uma torre de nove ou dez blocos;
.pode abotoar, mas não desabotoar.

b) Desenvolvimento cognitivo:
.começa a formar sentenças mais longas, com três ou quatro palavras;
.gosta de perguntar e repete constantemente as mesmas perguntas não só para confirmar as informações recebidas, como pelo prazer do diálogo;
.só ouve e compreende de fato o que lhe é dito diretamente;
.gosta de inventar nomes para pessoas e objetos;
.gosta de inventar histórias, que conta como verdadeiras, sem intenção de mentir;
.pode comparar tamanhos;
.começa a usar números com significado;
.começa a aprender cores e figuras;
.a duração da atenção depende do interesse na atividade;
.pode aprender semelhanças e diferenças;
.pode aprender a seguir ordens de dois passos (duas etapas);
.começa a entender direções (embaixo, em cima);
.interessa-se pelo funcionamento das coisas e como elas são usadas;
.começa a interessar-se por usar palavras que definem tempo (merenda, recreio, parquinho);
.pode falar até 10, embora só possa contar dois objetos;
.começa a entender o significado de “mais”.

c) Desenvolvimento da linguagem oral:
.gosta de falar, usar palavras corretamente e relaciona palavras com ações;
.o vocabulário é geralmente de 750 palavras;
.entende e usa palavras abstratas, como em cima, embaixo, agora, depois;
.expressão comum: “Eu não sei”.
.ri muito;
.gosta de cantar;
.conversa com adultos, mas nem sempre está interessada em suas respostas;
.responde corretamente quando lhe perguntam sobre o que faz uma criança com fome, frio ou cansada.
.está mais aberta a falar palavras;
.gosta de elogios e aprovação;
.busca mais amizades com adultos e crianças, mas ainda gosta de brincar sozinha;
.torna-se perceptiva e reage a expressões de outros;
.começa a entender o significado de certo e errado;
.gosta de agir e fazer atividades de adultos (jogos dramáticos);
.mostra confiança e amor com palavras e ações;
.pode ter um companheiro de brincadeira imaginário – coisas imaginárias parecem ser bem reais;
.aparecem sentimentos de medo: cachorro, escuro, etc.
.não aceita alterações em suas rotinas, o que ocasiona conflito com outras crianças ou adultos;
.fala sozinha, praticando a linguagem e dando forma à imaginação;
.aparecem as dificuldades para a alimentação e o sono.

Bolsa de Material Higiene Pessoal


Idéia de bolsa para guardar material de higiene pessoal das crianças na creche.
Deixe seu comentário!
Bjs
Marcia

Parabéns , professoras!




Uma semana cheia de Benção!

Riscos diversos para suas Atividades












Créditos: http://pinteecrie.blogspot.com/

CRIANÇA TAMBÉM TEM VEZ!


Muita diversão e uma gostosa maneira da criança aprender brincando. Historinhas alegres e educativas tambem não podem faltar!!
Creditos:http://amigosdaeducacao.com/

Atividades Brincadeiras



quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Atividades Tema Primavera




Outras sugestões de atividades
http://canalpedagogico.blogspot.com/2010/09/atividades-primavera.html

Plano de Aula: Descobrindo o livro e o prazer em ouvir histórias



Plano de Aula: Descobrindo o livro e o prazer em ouvir histórias
Faixa etária 0 a 3 anos

Conteúdo
Linguagem oral e comunicação

Objetivos
Criar o hábito de escutar histórias.
Favorecer momentos de prazer em grupo.
Enriquecer o imaginário infantil
Favorecer o contato com textos de qualidade literária.
Valorizar o livro como fonte de entretenimento e conhecimento.

Para crianças de até 1 ano
Dirigir-se aos livros por meio de falas, gestos, balbucios (gritinhos, sorrisos, vocalizações, entre outros) e expressões faciais.
Imitar sons com base na fala do educador.
Estabelecer situações comunicativas significativas com adultos e outras crianças do grupo.
Reconhecer o livro como portador de história, manifestando prazer ao explorá-lo e ao ser convidado pelo professor para escutar o que será lido.
Ouvir o professor com progressiva atenção.

Para crianças de até 3 anos
Além dos objetivos acima:
Ampliar repertório de palavras e histórias conhecidas.
Construir frases e narrativas com base nas conversas sobre os livros.
Entreter-se com leituras mais longas participando atentamente.
Reconhecer e nomear alguns livros.
Manipular o livro, folheando as páginas e fazendo referências às imagens.
Cuidar do livro e valorizá-lo.
Imitar o adulto lendo histórias
Mais sobre leitura
Tempo estimado
Todos os dias.

Material necessário
Livros de literatura, almofadas e bebês-conforto.


Desenvolvimento
O trabalho começa com a sua preparação. Selecione livros com textos bem elaborados e ilustrações de qualidade. As histórias devem ter estruturas textuais repetitivas que favorecem a compreensão e a memorização. Programe-se para disponibilizar os livros em diferentes momentos da rotina. Promova conversas sobre eles fazendo perguntas e descrições, destacando os personagens e retomando as partes que as crianças consideram mais queridas. Após apresentar um livro novo, repita a leitura dele várias vezes para que a turma possa se apropriar da narração, memorizar partes da história e interagir com seu conteúdo. Alterne, na semana, a leitura de histórias repetidas e a introdução de novas. Esteja sempre atento às iniciativas das crianças e responda a elas por meio da fala, de gestos e de expressões faciais. Sempre promova conversas entre as crianças sobre o que foi lido.

ATIVIDADE 1
Leia o livro para conhecer bem a história. Treine a entonação e a fluência da leitura lendo em voz alta para si mesmo antes de apresentá-lo aos pequenos. Prepare o espaço para que todos fiquem confortáveis. Eles podem deitar-se entre almofadas, sentar-se em roda ou no bebê-conforto. É importante que todos consigam ver o livro. Apresente-o para o grupo destacando as informações da capa (título, ilustração, nome do autor, ilustrador etc.). Faça uma breve apresentação da história despertando o interesse em escutá-la. Leia de forma fiel ao texto e vá mostrando as ilustrações conforme lê. No fim, converse com as crianças sobre a história: pergunte se e do que gostaram, volte às partes comentadas, mostre novamente as ilustrações e deixe que elas explorem o livro.

ATIVIDADE 2
Leia a mesma história nos outros dias observando sempre o interesse do grupo. Observe se solicitam a leitura do livro. Sempre que for iniciar a atividade, cuide do espaço garantindo que este seja sempre um momento confortável e prazeroso. Mostre o livro às crianças e pergunte se lembram da história: pergunte sobre o título, os personagens e os acontecimentos que lembram. Só então conte novamente a história. Essa atividade pode ocorrer em média três vezes na semana.

ATIVIDADE 3
Prepare-se para a apresentação de um novo livro realizando os mesmos procedimentos relatados na atividade 1. Inicie conversando com as crianças sobre aquele que já conhecem. Conte que irá apresentar uma nova obra que tem uma história diferente. Repita o que foi destacado anteriormente durante a leitura e a conversa sobre a história

Avaliação
Verifique se as crianças ficam atentas a sua fala e às ilustrações. Veja se conseguem comentar a história com os colegas e se respondem às perguntas feitas sobre um livro já conhecido. Observe se conseguem se lembrar se algum título conhecido quando perguntado.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/educacao-infantil/0-a-3-anos/descobrindo-livro-prazer-ouvir-historias-428211.shtml

A criança do Maternal - 2 e 3 anos


A criança do Maternal
Aos 2 anos

Aos dois anos, a criança demontra certa independência, é capaz de realizar atividades mais complexas e relaciona-se mais facilmente com adultos e com outras crianças.
a) Desenvolvimento físico e motor:
.abre e fecha portas (com o trinco somente);
.sobe e desce da cama sozinha;
.sobe escadas colocando os pés em cada degrau;
.corre relativamente bem;
.participa do ato de despir-se e descalçar-se;
.rabisca numa folha grande de papel;
.encaixar cubos de diferentes dimensões.

b) Desenvolvimento mental:
.identifica algumas cores, embora não cite ainda seus nomes;
.conhece seu próprio nome;
.repete palavras, com alguma correção;
.conta até 3 (por imitação e memorização, sem que isso signifique que compreenda);
.reconhece objetos ou pessoas vistas cerca de dois meses antes;
.forma frases com duas ou três palavras, apresentando aumento de vocabulário;
.começa a formar frases negativas e interrogativas;
.inicia o emprego do “quem”.

c) Desenvolvimento socioemocional:
.reconhece expressões fisionômicas;
.reconhece a mãe em fotografias;
.compreende ordens negativas e proibições;
.necessita estar sempre ocupada;
.necessita muito da assistencia da mãe ou substituita;
.é negativista (gosta de ser do contra, ou recusar, protestar);
.começa a procurar um companheiro para brincar (a convivência com estranhos é útil par o seu desenvolvimento socioemocional).
A criança aos 3 anos:

a) Desenvolvimento físico e motor:
.continua aprendendo a coordenar os músculos maiores, por meio de atividades repetidas;
.sente prazer em correr e pular;
.no desenho, encontra-se na fase de rabiscação celular (começam a aparecer as primeiras formas circulares, ainda sem intenção definida);
.geralmente tem controle esfincteriano;
.pode agarrar bolas grandes com as duas mãos;
.pode construir uma torre de nove ou dez blocos;
.pode abotoar, mas não desabotoar.

b) Desenvolvimento cognitivo:
.começa a formar sentenças mais longas, com três ou quatro palavras;
.gosta de perguntar e repete constantemente as mesmas perguntas não só para confirmar as informações recebidas, como pelo prazer do diálogo;
.só ouve e compreende de fato o que lhe é dito diretamente;
.gosta de inventar nomes para pessoas e objetos;
.gosta de inventar histórias, que conta como verdadeiras, sem intenção de mentir;
.pode comparar tamanhos;
.começa a usar números com significado;
.começa a aprender cores e figuras;
.a duração da atenção depende do interesse na atividade;
.pode aprender semelhanças e diferenças;
.pode aprender a seguir ordens de dois passos (duas etapas);
.começa a entender direções (embaixo, em cima);
.interessa-se pelo funcionamento das coisas e como elas são usadas;
.começa a interessar-se por usar palavras que definem tempo (merenda, recreio, parquinho);
.pode falar até 10, embora só possa contar dois objetos;
.começa a entender o significado de “mais”.

c) Desenvolvimento da linguagem oral:
.gosta de falar, usar palavras corretamente e relaciona palavras com ações;
.o vocabulário é geralmente de 750 palavras;
.entende e usa palavras abstratas, como em cima, embaixo, agora, depois;
.expressão comum: “Eu não sei”.
.ri muito;
.gosta de cantar;
.conversa com adultos, mas nem sempre está interessada em suas respostas;
.responde corretamente quando lhe perguntam sobre o que faz uma criança com fome, frio ou cansada.
.está mais aberta a falar palavras;
.gosta de elogios e aprovação;
.busca mais amizades com adultos e crianças, mas ainda gosta de brincar sozinha;
.torna-se perceptiva e reage a expressões de outros;
.começa a entender o significado de certo e errado;
.gosta de agir e fazer atividades de adultos (jogos dramáticos);
.mostra confiança e amor com palavras e ações;
.pode ter um companheiro de brincadeira imaginário – coisas imaginárias parecem ser bem reais;
.aparecem sentimentos de medo: cachorro, escuro, etc.
.não aceita alterações em suas rotinas, o que ocasiona conflito com outras crianças ou adultos;
.fala sozinha, praticando a linguagem e dando forma à imaginação;
.aparecem as dificuldades para a alimentação e o sono.

domingo, 26 de setembro de 2010

Lembrança Dia dos Pais


Nossa lembrancinha do Dia dos Pais ficou muito linda!!

Um bom Remédio



CRIATIVA COMPOSTA

Usar este remédio após detectar os seguintes sintomas:

Estar avesso a inovações;
Estar sem senso crítico;
Adorar rotinas massacrantes;
Não aceitar novas idéias;
Estar obcecado por idéias fixas e
Estar com a mente obtusa (rude).


COMPOSIÇÃO:
Cada comprimido contém:
Cloreto de motivação..........1g
Cloreto de iniciativa............1g
Brometo de iniciativa..........1g
Sulfato de entusiasmo.........1g
Acetato de persistência.......1g



POSOLOGIA:
Tomar um comprimido antes de começar o trabalho. Caso não resolva, aumentar a dose gradativamente. Se as idéias não clarearem, relaxe e tente novamente até obter resultados.

PARA NÃO ADOECER NOVAMENTE, SIGA AS SEGUINTES INSTRUÇÕES:

Acredite em si e nas pessoas;
Admita sempre a possibilidade de fazer as coisas de modo diferente;
Evite o pensamento negativo;
Tenha iniciativa e persistência;
Tente...tente...tente...cada vez mais!

Para refletir...




O menino das meias vermelhas

Todos os dias, ele ia para o colégio com meias vermelhas.
Era um garoto triste, procurava estudar muito mas na hora do recreio ficava afastado dos colegas, como se estivesse procurando alguma coisa. Os outros guris zombavam dele, implicavam com as meias vermelhas que ele usava.

Um dia, perguntaram porque o menino das meias vermelhas só usava meias vermelhas.
Ele contou com simplicidade:
- "No ano passado, quando fiz aniversário, minha mãe me levou ao circo. Botou em mim essas meias vermelhas. Eu reclamei, comecei a chorar, disse que todo mundo ia zombar de mim por causa das meias vermelhas. Mas ela disse que se me perdesse, bastaria olhar para o chão e quando visse um menino de meias vermelhas saberia que o filho era dela".

Os garotos retrucaram:
- "Você não está num circo! Porque não tira essas meias vermelhas e joga fora?"

Mas o menino das meias vermelhas explicou:
- "É que a minha mãe abandonou a nossa casa e foi embora. Por isso eu continuo usando essas meias vermelhas. Quando ela passar por mim vai me encontrar e me levará com ela".



Fonte: http://www.comamor.com.br/meias_vermelhas.asp

Poesias Infantis

O Mosquito escreve
O mosquito pernilongo trança as pernas, faz um M,
depois treme, treme, treme,
faz um O bastante oblongo, faz um S.
O mosquito sobe e desce.
Com artes que ninguém vê, faz um Q, faz um U, e faz um I.
Este mosquito esquisito cruza as patas, faz um T.
E aí, se arredonda e faz outro O, mais bonito.
Oh! Já não é analfabeto, esse inseto, pois sabe escrever seu nome. Mas depois vai procurar alguém que possa picar, pois escrever cansa, não é, criança?
E ele está com muita fome.

Cecília Meireles




O Cavalinho Branco

À tarde, o cavalinho branco está muito cansado:
mas há um pedacinho do campo
onde sempre é feriado..

O cavalo sacode a crina
loura e comprida
e nas verdes ervas atira
sua branca vida.
Seu relincho estremece as raízes
e ele ensina aos ventos
a alegria de sentir livres seus movimentos. Trabalhou todo o dia, tanto! Desde a madrugada! Descansa entre as flores, cavalinho branco, de crina dourada.

Cecília Meireles


O menino azul


O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.

O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
- de tudo o que aparecer.

O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.

E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.

(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)
Cecília Meireles


O u isto ou aquilo. Ou se tem chuva ou não se tem sol, ou se tem sol ou não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa estar
ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro doce,
ou compro doce e não guardo dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda qual é melhor,
Se isto ou aquilo.

Cecília Meireles



O Girassol

Sempre que o sol Pinta de anil Todo o céu
O girassol Fica um gentil Carrossel.
O girassol é o carrossel das abelhas.
Pretas e vermelhas
Ali ficam elas Brincando, fedelhas Nas pétalas amarelas. — Vamos brincar de carrossel, pessoal?
— "Roda, roda, carrossel,oda, roda, rodador ,vai rodando, dando mel Vai rodando, dando flor".
— Marimbondo não pode ir que é bicho mau!
— Besouro é muito pesado!
— Borboleta tem que fingir de borboleta na entrada!
— Dona Cigarra fica tocando seu realejo!
— "Roda, roda, carrossel Gira, gira, girassol Redondinho como o céu Marelinho como o sol".
E o girassol vai girando dia afora . . .
O girassol é o carrossel das abelhas.



As Abelhas

A AAAAAAAbelha mestra
E aaaaaaas abelhinhas
Estão tooooooodas prontinhas
Pra iiiiiiir para a festa.
Num zune que zune
Lá vão pro jardim
Brincar com a cravina
Valsar com o jasmim.
Da rosa pro cravo

Do cravo pra rosa
Da rosa pro favo
Volta pro cravo.
Venham ver como dão mel
As abelhinhas do céu!




No Jardim
De um em um
vou colhendo
os balõezinhos dos beijos.
Parecem cápsulas
estufadinhas
e ploc... plec ... ploc...
vão estalando,
como se fizessem
uma revolução
dentro da minha mão.

Tão pequeninas,
as sementes
são como pontinhos
e se espalham
tantas, tantas,
mais de um milhão.

— Sossega, Seu Balãozinho!
— Fiquem quietinhas!—
digo às sementinhas,
pois, no quintal
de meu vizinho
elas vão formar
um novo beijal.

Cleonice Rainho





O relógio
Passa, tempo,
tic-tac Tic-tac,
passa, hora

Chega logo,
tic-tac Tic-tac,
e vai-te embora
Passa, tempo Bem depressa
Não atrasa Não demora
Que já estou Muito cansado
Já perdi Toda a alegria
De fazer Meu tic-tac
Dia e noite Noite e dia
Tic-tac Tic-tac Tic-tac . . .
Vinícius de Moraes



As Borboletas

Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam Na luz As belas Borboletas
Borboletas brancas
São alegres e francas.
Borboletas azuis Gostam muito de luz.
As amarelinhas
São tão bonitinhas!
E as pretas, então . . .
Oh, que escuridão!
Vinícius de Moraes

Créditos para: http://ocantinhodanisa.blogspot.com

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Cuidando do Nosso Ambiente


Atitudes de reciclagem formam nos pequeninos, postura de bons cidadãos pra cuidar bem do nosso ambiente.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Grande vilã? Uma clínica inglesa acaba de lançar um tratamento para crianças que não param de chupar o dedo e, com isso, abre um debate: se é melhor



Poucos assuntos no universo de quem tem filhos causam tanta polêmica quanto o uso da chupeta. Na Europa, esse tema ganhou um novo capítulo. Uma clínica inglesa lançou um tratamento exclusivo para crianças que têm o vício de chupar o dedo. O atendimento é feito por uma equipe multidisciplinar, que inclui de psicólogo a fonoaudiólogo. O fundador, Neil Counihan, decidiu abrir o serviço depois de anos tratando crianças com problemas dentários sérios, como mau posicionamento dos dentes e formação do maxilar, causados pelo hábito. Muitas vezes, o dedo é substituto imediato da chupeta, e é aí que a polêmica começa. Os especialistas dizem que nem o dedo nem a chupeta devem ser estimulados. Mas, o que fazer quando você já tentou tudo e o bebê continua chorando? Não há consenso. Alguns dizem que é melhor deixar chupar o dedo porque, à medida que cresce, a criança abandona o vício porque precisa das mãos para explorar. Os que contra-argumentam afirmam que, na hora de dormir, o dedo volta para a boca, e a chupeta pode ser retirada ou a própria criança cospe. No Brasil, os especialistas afirmam que há mais crianças usando a chupeta – certamente mais da metade usa em algum momento nos dois primeiros anos de vida.

Nos Estados Unidos, ela é recomendada – uma das razões é prevenir contra a morte súbita. A Sociedade Brasileira de Pediatria é contra. “Não indicamos, mas se você não consegue fazer com que os pais não deem, tem de dizer como usar e quando parar”, diz Adalberto Stape, pediatra do Hospital Albert Einstein (SP). É como a letra da música “Tchau Chupeta”, do grupo Pequeno Cidadão, que diz: “Todo mundo uma hora tem que se libertar” (a imagem ao lado é do clipe dessa música). Se você optou por dar, veja as respostas para as principais dúvidas que surgem nesse momento.
Tudo sobre chupeta

Qual o modelo indicado? O ortodôntico (a informação está na embalagem); que seja indicado para a idade do seu filho; que tenha bico de silicone, e não de látex; com formato anatômico e furinhos nas laterais.

Como cuidar? Depois de comprar, lave a chupeta com água e sabão neutro. Esterilize em água quente por cinco minutos, seja no fogo ou no micro-ondas. Faça isso uma vez por dia. Quando a chupeta cair no chão, lave imediatamente com água corrente e sabão neutro. Se notar que o bico rachou, está pegajoso ou com qualquer outra alteração, é hora de trocar.

Quando meu filho pode usar? Alguns médicos liberam o uso quando a criança passa por algum momento de ansiedade, como a entrada na escola e até mesmo quando não consegue dormir. “Serve como uma possibilidade de acalmar a mãe e o bebê e auxilia no desenvolvimento emocional. Mas ficar com ela por muito tempo não vai fazer bem”, afirma Eloisa Tavares de Lacerda, psicanalista e fonoaudióloga da PUC-SP. O uso indiscriminado pode causar vários malefícios, que vão desde um maior risco de infecções por bactérias até a elevação do céu da boca. Mas a chupeta, por si só, não é uma vilã. O problema é o uso que se faz dela. Por isso é tão importante prestar atenção no tempo que o seu filho fica com ela na boca – quanto menos, melhor – e fazer a transição para que ele pare de usá-la (leia ao lado). Veja o que fazer em casos específicos:

• Primeiros dias do bebê: os especialistas dizem para os pais insistirem em não dar a chupeta. Mas o que fazer se a criança usa o peito como chupeta? Aí... tudo bem dar, eles dizem.

• Hora de dormir: a maioria das crianças cospe a chupeta naturalmente durante o sono. Se ele não fizer isso – e você ainda estiver acordado – pode tirar.

• Pendurada na fralda ou na roupa: não deixe, de jeito nenhum. Isso só estimula o uso. Também não é legal deixar chupeta espalhada pela casa.
Atrapalha a amamentação? Não existe consenso. Pesquisa argentina feita no ano passado mostrou que não. Eles acompanharam mil mães de recém-nascidos com vontade de amamentar – era um pré-requisito. Metade recebeu uma chupeta com a recomendação de oferecer a partir do 15º dia, quando a amamentação estivesse estabelecida. Mais de 80% das mães de ambos os grupos amamentaram exclusivamente por três meses.

Vai entortar os dentes? Depende da intensidade do uso, da genética (se um dos pais tem os dentes mais salientes, por exemplo), e de como a criança respira (a respiração bucal pode alterar a arcada). Se ela deixar de usá-la no tempo certo e não tiver essas questões associadas, as chances de os dentes voltarem ao lugar é maior.
Hora de tirar

Quando deve ser? A partir de dois anos. Nos primeiros dias, quando ele pedir, tente distraí-lo com um brinquedo, por exemplo. Acostume-o a usar à noite, apenas. Quando isso estiver bem estabelecido, aos poucos vá tirando o hábito. E, durante todo o processo de transição, explique para o seu filho que ele está crescendo e que não precisa mais dela.

Qual erro não posso cometer? Dizer que vai tirar e devolver quando ele pedir. Combine um dia para dar tchau, mesmo, para a chupeta. Não vai ser fácil: ele provavelmente vai chorar, pedir (muitas vezes). Resista. Se você der a chupeta depois do combinado, ele entende que, diante de uma crise, você vai ceder.

Não tirei no tempo ideal. E agora? Os especialistas dizem que nunca é tarde para começar. Mas, quanto antes acontecer, menores os malefícios que o uso pode acarretar.
Ele chupa o dedo

A partir de 2 ou 3 anos você pode desestimular o hábito se ele não desaparecer naturalmente. Observe em quais momentos seu filho leva o dedo à boca. Se for quando está ansioso, ajude-o a lidar emocionalmente com a situação. Se for quando sente sono, tente distraí-lo com um livro. Mas não use pimenta ou curativos (a criança pode puxar com a boca e engasgar), eles podem causar um trauma ainda maior. Na hora de dormir, posicione os braços da criança ao longo do corpo. Se você tirar a chupeta e ele começar a chupar o dedo, faça esse mesmo processo.

Fonte:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI157440-15152-2,00-GRANDE+VILA.html

Um baú de idéias



Brincadeiras para pôr a criatividade à prova!

0 A 18 MESES
• Brincar de “cadê, achou!”
• Fazer caretas, sons e imitar gestos
• Bater palmas
• Pegar e soltar objetos
• Ouvir música e dançar
• Encaixar blocos grandes

18 a 36 MESES
• Brincar de boneca
• Brincar com tinta
• Fazer construções com blocos
• Imitar cenas (como lavar o rosto e limpar o chão)
• Observar as formigas

3 a 6 ANOS
• Simular conversas ao telefone
• Inventar histórias e vestir fantasias
• Usar fantoches
• Brincar com miniaturas
• Desenhar e pintar com giz de cera e lápis de cor

A PARTIR DE 6 ANOS
• Inventar novas regras para os jogos
• Fazer coleções
• Realizar experiências científicas
• Construir com sucata
• Ler poesias
• Encenar uma história de um livro ou um filme
• Apostar corrida, jogar peteca, pular corda etc.

Fonte:http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI149981-10448-5,00-QUAL+O+SEGREDO+DA+CRIATIVIDADE.html

Qual o segredo da criatividade?

É possível uma criança ser mais criativa do que a outra? Os pais podem estimular o potencial dos filhos? Tudo o que você precisa saber e pensar a respeito do assunto para garantir um futuro ainda mais feliz para o seu filho

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI149981-15105,00.html

Leia mais..
E TODOS SOMOS CRIATIVOS?
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI149981-10448-2,00-QUAL+O+SEGREDO+DA+CRIATIVIDADE.html

É HORA DE BRINCAR!

http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI149981-10448-3,00-QUAL+O+SEGREDO+DA+CRIATIVIDADE.html

Crianças que gostam de morder .

Morder é uma forma de a criança expressar insatisfação. Os pais devem conter essa atitude.

Você tem um pequeno mordedor em casa, acalme-se. A mordida é uma das formas que as crianças têm de demonstrar insatisfação. Também costumam empurrar ou jogar objetos longe. Isso tudo é esperado em uma fase de comunicação rudimentar, enquanto a criança não consegue se expressar bem com palavras. Acrescente-se a isso impulsividade. As emoções ainda não estão sob controle. E a combinação dá muitas vezes em uma mistura explosiva.Quando a criança dessa idade quer algo e o objeto desejado está na mão de outro, entra em disputa. "Como tem urgência em resolver a questão, ela reage com a parte do corpo que tem mais coordenação, que é a boca, região que usa intensamente desde o nascimento", explica a psicóloga Lúcia Franco da Silva, da Faculdade de Psicologia da PUC-SP.

Falar mil vezes
As dentadas podem começar tanto em casa quanto na escola. Os pais precisam refrear as mordidas para que não se tornem um hábito. Além de conter a reação agressiva, os pais precisam ser coerentes.

"Se uma hora deixam porque acham engraçadinho e em outra reprimem, o filho fica sem saber como agir", alerta Lúcia Franco.Para a pediatra Sandra Oliveira Campos, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as únicas crianças que se mantêm mordedoras são aquelas com algum problema no desenvolvimento. Então, não resta outro jeito senão a repetição das regras. É cansativo, mas todos só têm a ganhar. "Ao dizer que dói, por isso o amigo chora, você chama a atenção do filho para um valor muito importante, que é o respeito pelo outro", orienta a médica.

Agressor e agredido
Os pais dos mordedores costumam ser mais relaxados do que aqueles que enxergam no corpo do filho dentadas alheias, segundo a pediatra Sandra. Se você está entre o grupo dos filhos mordidos, também relaxe. Quando a criança começa a viver em grupo, acaba descobrindo como se defender e se impor entre os coleguinhas. E uma hora ela vai avisar ao amigo mordedor que não gostou e não quer ser mordida de novo. Nunca incentive seu filho a revidar. "Os pais jamais devem estimular a agressão", ensina Sandra.
Fonte:

domingo, 12 de setembro de 2010

Sugestões Atividades para Primavera





Professora, registre em comentários o seu planejamento para as atividades com a sua turma.

Participação Infantil



Envolve encorajar, estimular e permitir que as crianças expressem suas opiniões sobre os assuntos que lhe afetem. Na prática, significa que os adultos devem escutar as crianças e, mais do que isso, considerar as suas opiniões. Engajar as crianças no diálogo e troca permite que elas aprendam formas construtivas de influenciar o mundo ao redor delas. A participação deve ser autêntica e significativa e deve começar com as próprias crianças e adolescentes, com suas expressões, forma de pensar, sonhos, idéias, esperanças... Isto requer, na maioria das vezes, uma mudança radical no comportamento e modo de pensar dos adultos.

Participação infantil é importante porque:
*Pode contribuir para sua formação e para o desenvolvimento de valores, atitudes, habilidades e capacidades para o exercício da cidadania e para a atuação social desde a infância.
*É uma forma concreta de se reconhecer os direitos da criança, sua condição de sujeito social.
*Contribui para o processo de socialização da criança.
*Facilita a convivência entre pais e filhos na família, assim como a execução dos projetos e programas sociais que trabalham para e/ou com crianças.
*Garante o reconhecimento social das crianças e adolescentes e promove o desenvolvimento da sua consciência coletiva como grupo social.

Promover a participação infantil encontra obstáculos e desafios porque:

*Há difundida na sociedade uma visão de infância que enxerga a criança como um objeto, propriedade dos pais, que recebe de forma passiva, como um receptáculo vazio, os conhecimentos passados pelos adultos.
*As relações entre adultos e crianças tendem a ser assimétricas e autoritárias (adulto X criança).
*Há ausência de políticas públicas que facilitem a participação de crianças, especialmente nas esferas de decisão (dentro da família, da escola, da comunidade, etc), bem como o limitado apoio governamental às iniciativas de crianças e adolescentes.
*Inexistência de canais de participação nas estruturas e espaços de socialização em que as crianças atuam.
*Adotam-se enfoques e estratégias metodológicas equivocadas/inadequadas de programas e projetos que não favorecem a participação das crianças e adolescentes.
*
Faltam recursos humanos capacitados para encorajar processos participativos.

Vantagens da participação infantil para a criança:

*Há difundida na sociedade uma visão de infância que enxerga a criança como um objeto, propriedade dos pais, que recebe de forma passiva, como um receptáculo vazio, os conhecimentos passados pelos adultos.
*Ajuda o desenvolvimento de melhores níveis de auto-estima, segurança, autonomia, domínio de habilidades sociais
*Promove o desenvolvimento de capacidades de expressão de sentimentos e idéias.
*Melhora a capacidade de inter-relação pessoal, o diálogo com o adulto, o tratamento de conflitos, a elaboração de propostas, a percepção da sua realidade e senso crítico.
*Contribui para reforçar a integração social das crianças.
*Reforça os valores de solidariedade e democracia.
*Desenvolve habilidades para assumir responsabilidades.
*As crianças e os adolescentes obtêm maior conhecimento sobre seus direitos.

Vantagens da participação infantil para a família:

*Possibilita a construção de canais de diálogos fortalecendo a relação entre pais e filhos.
*Promove uma maior confiança e respeito entre pais e filhos.
*Possibilita que os pais conheçam mais sobre como seus filhos se sentem e pensam.
*Promove o estabelecimento de regras de convivência junto com os filhos.
*Possibilita o maior cumprimento das regras de convivência em casa e fora dela.
*Promove um ambiente familiar mais eqüitativo entre todos os seus membros.

Vantagens da participação infantil para a sociedade:
*Promove relações mais eqüitativas entre adultos e crianças
*Influem nas visões dos adultos e das próprias crianças.
*Cria condições para uma presença maior das crianças e dos adolescentes nas organizações e instituições comunitárias.
*Gera maior apoio governamental às iniciativas das crianças eadolescentes.
*Forma as crianças para o exercício de sua cidadania e liderança.
*Contribui para o desenvolvimento de mecanismos que garantem que as crianças sejam ouvidas e que sua opinião seja levada em consideração.

Lindos Trabalhos!

Professora Rita Lucarelli, você é muito criativa sua salinha licou linda!



segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Dia da Pátria




Que tenhamos a alegria de ser brasileiro esteja sempre presente em nossos corações e seja de de tal maneira a conduzir este desejo as nossas crianças. A Educação tem a responsabilidade de transmitir o civismo, orgulho e a alegria de ser brasileiro para a esta geração que futuramente irá decidir por nossa Pátria.
"A bandeira brasileira hasteada no dia da pátria é a homenagem aos milhões de excluídos que gritam pelo respeito aos direitos humanos, dignidade e cidadania. A nossa homenagem à Pátria Grande cantando o hino nacional, deve ser o canto do resgate da esperança perdida diante da corrupção e do abuso do poder político, legislando em causa própria. Talvez não sejamos capazes de imaginar o que seria de nosso Brasil se todos nós, cristãos, que somos a maioria, levássemos a sério os ensinamentos do Evangelho. Como seria diferente a festa da independência se todos nós, cristãos, puséssemos em prática ao menos um pouquinho do mandamento novo deixado pelo Mestre Jesus, como resumo de toda a lei, de toda a escritura. A Pátria amada e idolatrada, ela clama pelo oxigênio da fé e do amor; ainda é tempo…"
Dom Anuar Battisti- Arcebispo de Maringá